Tela de Administração do Formulário

STEFANIE PEREIRA DE ARAUJO NAKAMA
Stefanie P. de Araújo Nakama
steeh182@gmail.com
11959265899

O Rigor da Lei, a Bússola Moral e a Defesa dos Vulneráveis: O Legado da DPE em Minha Jornada Profissional. Minha trajetória no universo jurídico, bem como meus pilares éticos e morais, foram estabelecidos na Defensoria Pública Regional de Jundiaí, durante o período de 2020 a 2022. No âmbito da Vara de Execução Criminal (VEC), sob a orientação da Dra. Mailane, o estágio transcendeu o aprendizado técnico, configurando-se como uma imersão na realidade da vulnerabilidade e do acesso à justiça. Aquele contexto, agravado pelo período da pandemia, tornou evidente como a morosidade processual e a barreira do 'juridiquês' impactavam diretamente a dignidade e a possibilidade de recomeço de assistidos e seus familiares. Foi na DPE que compreendi que, por trás de cada processo, reside uma história que exige humanidade e um olhar empático. O estágio foi uma formação de caráter e o despertar para o verdadeiro significado da justiça com capilaridade – aquela que alcança o cidadão em sua maior vulnerabilidade. Sentir-me útil e poder prover o amparo legal correto, recebendo um 'obrigado' de alguém, é uma satisfação que dinheiro nenhum compra. Esse ambiente, onde mais cresci como ser humano e profissional, consolidou em mim um código de ética inegociável. O legado da Defensoria – pautado no compromisso com a justiça social – moldou indelevelmente a minha atuação profissional. Atualmente, no serviço público, o rigor técnico que adquiri na VEC se manifesta como uma bússola moral, garantindo que eu execute minhas funções com a máxima impessoalidade e integridade, honrando a correta aplicação dos recursos públicos e a observância estrita da Lei. Meu juramento de honrar a profissão é reforçado pela lembrança do trabalho dos Defensores, incansáveis na defesa de que a Lei é um escudo para aqueles que mais precisam. Carrego a memória da DPE como um pilar contra qualquer desvio, reafirmando meu compromisso de jamais me curvar a práticas que atentem contra a dignidade humana ou a lisura administrativa. Essa experiência singular abriu portas e consolidou um propósito de vida: inspirar-me a advogar e atuar com essa mesma dedicação. Parabéns à DPESP pelos seus 20 anos. Sou grata por ter integrado essa história e por fazer dos seus valores o cerne da minha identidade profissional.


2021
Sala da VEC, Defensoria Regional de Jundiaí

Foto tirada em meus últimos dias de estágio na VEC de Jundiaí. A satisfação de deixar toda essa pilha de processos físicos em dia, com os sistemas (DOL) e os atendimentos finalizados, representa o sentimento de dever cumprido e o cuidado com a história de cada assistido. Foi um símbolo do meu compromisso com a eficiência e a justiça.


Sim

STEFANIE PEREIRA DE ARAUJO NAKAMA
Stefanie P. de Araújo Nakama
steeh182@gmail.com
11959265899

O Rigor da Lei, a Bússola Moral e a Defesa dos Vulneráveis: O Legado da DPE em Minha Jornada Profissional. Minha trajetória no universo jurídico, bem como meus pilares éticos e morais, foram estabelecidos na Defensoria Pública Regional de Jundiaí, durante o período de 2020 a 2022. No âmbito da Vara de Execução Criminal (VEC), sob a orientação da Dra. Mailane, o estágio transcendeu o aprendizado técnico, configurando-se como uma imersão na realidade da vulnerabilidade e do acesso à justiça. Aquele contexto, agravado pelo período da pandemia, tornou evidente como a morosidade processual e a barreira do 'juridiquês' impactavam diretamente a dignidade e a possibilidade de recomeço de assistidos e seus familiares. Foi na DPE que compreendi que, por trás de cada processo, reside uma história que exige humanidade e um olhar empático. O estágio foi uma formação de caráter e o despertar para o verdadeiro significado da justiça com capilaridade – aquela que alcança o cidadão em sua maior vulnerabilidade. Sentir-me útil e poder prover o amparo legal correto, recebendo um 'obrigado' de alguém, é uma satisfação que dinheiro nenhum compra. Esse ambiente, onde mais cresci como ser humano e profissional, consolidou em mim um código de ética inegociável. O legado da Defensoria – pautado no compromisso com a justiça social – moldou indelevelmente a minha atuação profissional. Atualmente, no serviço público, o rigor técnico que adquiri na VEC se manifesta como uma bússola moral, garantindo que eu execute minhas funções com a máxima impessoalidade e integridade, honrando a correta aplicação dos recursos públicos e a observância estrita da Lei. Meu juramento de honrar a profissão é reforçado pela lembrança do trabalho dos Defensores, incansáveis na defesa de que a Lei é um escudo para aqueles que mais precisam. Carrego a memória da DPE como um pilar contra qualquer desvio, reafirmando meu compromisso de jamais me curvar a práticas que atentem contra a dignidade humana ou a lisura administrativa. Essa experiência singular abriu portas e consolidou um propósito de vida: inspirar-me a advogar e atuar com essa mesma dedicação. Parabéns à DPESP pelos seus 20 anos. Sou grata por ter integrado essa história e por fazer dos seus valores o cerne da minha identidade profissional.


2021
Sala da VEC, Defensoria Regional de Jundiaí

Foto tirada em meus últimos dias de estágio na VEC de Jundiaí. A satisfação de deixar toda essa pilha de processos físicos em dia, com os sistemas (DOL) e os atendimentos finalizados, representa o sentimento de dever cumprido e o cuidado com a história de cada assistido. Foi um símbolo do meu compromisso com a eficiência e a justiça.


Sim
Flávio Urra
Flávio Urra - Psicólogo e Sociólogo, Mestre em Psicologia Social pela PUC/SP, Especialização em Violência Doméstica pelo LACRI/USP. Coordenador do Programa E Agora, José? e do Curso Gênero e Masculinidades.
flaviourra@gmail.com
11949163920

2025
Santo André - SP

Relato sobre parcerias entre a Defensoria Pública e Flávio Urra para atividades no enfrentamento ao machismo.


Sim

Elaine Simões de Oliveira
Sim, pode divulgar meu nome. Gostaria que fosse apresentado como "Uma história que começou junto com a Defensoria"
elsoliveira
11 97462-2531

Entrei na Defensoria em 15 de setembro de 2006, nos primeiros meses de implantação da instituição. Fui uma das primeiras servidoras contratadas, selecionada para um cargo comissionado pela então Coordenadora Geral de Administração, Dra. Lisa Mortensen, em uma pequena sala no prédio da Av. Liberdade, 32. Naquele momento, eu não tinha experiência no serviço público, mas trazia comigo vivência na área de negócios internacionais. Fui convidada a integrar a área de Licitações e Contratos e logo percebi que estávamos literalmente construindo algo novo. Não havia estrutura definida, fluxos estabelecidos ou modelos prontos. Éramos cinco Servidores dividindo a mesma sala, trabalhando com disposição e coragem para dar forma a um órgão que estava apenas começando, juntamente com os 87 Procuradores que optaram pela Defensoria Pública quando de sua implantação. Nos primeiros tempos, dividíamos espaço com a Procuradoria Geral do Estado (PGE). Lembro-me bem de ter passado um período trabalhando ao lado de uma servidora que gentilmente cedeu parte de sua sala. Aos poucos, fomos nos organizando, com o apoio e os ensinamentos de colegas da PGE que, sem saber, se tornaram grandes mentores e referências profissionais. Minha primeira grande lição foi marcante e definitiva: “Na Administração Pública, só se pode fazer o que a lei permite.” O Princípio da Legalidade foi o primeiro que aprendi — e a ele se somaram Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência. Esses cinco princípios formaram a base da minha trajetória e me acompanharam ao longo de todos esses anos de atuação na Defensoria. Recentemente, ao receber um novo Oficial para treinamento — alguém que, assim como eu há 20 anos, não tinha experiência no serviço público — comecei com a mesma frase que ouvi no meu primeiro dia. Ele não sabia, mas aquele instante me fez voltar no tempo e refletir sobre o quanto cresci junto com esta instituição. Ao longo dessas duas décadas, vivi desafios, conquistas e muitos aprendizados. Ver a Defensoria se transformar, se estruturar e se consolidar como uma instituição essencial à justiça e à cidadania é, para mim, motivo de orgulho e gratidão. Estar aqui, 20 anos depois, comemorando não apenas a minha trajetória, mas também a história da própria Defensoria, é saber que participei da construção de algo maior. E foi com aqueles cinco princípios básicos, aprendidos logo no início, que firmei os alicerces que me sustentam até hoje.


Sim

HADABETE FERREIRA DE CARVALHO
HADABETE CARVALHO
hcarvalho@defensoria.sp.def.br
1621115893

2025
DEFENSORIA PÚBLICA REGIONAL DE RIBEIRÃO PRETO

Meu nome é HADABETE CARVALHO, sou diretora regional e quero compartilhar um pouco da trajetória da Defensoria Pública de Ribeirão Preto. Sou a primeira servidora contratada, antes da chegada dos primeiros defensores. A Defensoria, criada em 2006, atendia no prédio da Procuradoria Geral do Estado, no centro da cidade. Em junho de 2007, ganhou sua nova sede regional no bairro Nova Ribeirânia, próximo ao Fórum. Naquele tempo, a estrutura era enxuta e enfrentamos grandes desafios, contando apenas com o apoio de estagiários e de duas servidoras cedidas pela PGE, as saudosas Sra. LOURDES e LEILA. O primeiro grande desafio como diretora foi fazer a destinação dos bens móveis inservíveis do FAJ - Fundo de Assistência Judiciária, que aos poucos foram substituídos por novos, adquiridos pela Defensoria. E organizar o setor de PERÍCIA, colocando o cadastro de solicitação de reserva pericial em ordem (ofícios acumulados por dois anos). Em maio de 2007, chegaram os primeiros 07 (sete) defensores, que se juntaram aos 02 (dois) coordenadores, que eram procuradores optantes pela Defensoria: Dr. Victor Hugo Albernaz Junior (regional) e Dr. Paulo Fernando de Andrade Giostri (auxiliar). A unidade recém implantada estava sem internet, sem divisórias. As avaliações financeiras eram feitas em formulários manuscritos e levávamos os formulários preenchidos até a sede da Procuradoria, localizada no centro, para que fossem emitidas as nomeações, as quais eram entregues aos usuários no dia seguinte. A rede de internet foi inicialmente instalada de forma provisória e precária, com cabos espalhados pelo chão das salas e corredores, formando um verdadeiro mapa do Brasil. Essa situação resultou em diversos acidentes, como quedas e joelhos machucados. Enfrentamos dias de calor intenso, com sensação térmica de 40 graus, sem refrigeração. Logo depois, chegaram os primeiros ventiladores portáteis, os famosos “Tufão”, que trouxeram um pouco de alívio, embora não tenham resolvido completamente o problema. Foram dois anos desafiadores. Somente em 2008 foi instituído o quadro de apoio de servidores. E trabalhamos intensamente para acolher esses novos colegas e proporcionar melhores condições de trabalho. Em março de 2011, a unidade FRANCA foi instalada dentro do prédio da antiga faculdade da UNESP e, em 2013, a unidade de Barretos foi instalada na sala de apoio dentro do Fórum. Tempo depois, as unidades ganharam novas sedes modernas, e tivemos a oportunidade de ajudar na implantação e treinamento dos novos servidores. A infraestrutura nas três unidades evoluiu muito e para melhor. Saímos de instalações precárias para unidades modernas, com mobiliário ergonômico, impressora a laser, computadores novos e padronizados para todos, defensores, servidores e estagiários. Entre um desafio e outro, também vivenciamos momentos de confraternização e integração, como as festas juninas — com o nosso famoso ARRAIÁ, acredito ser o melhor do Estado, trilhas em cachoeiras e campanhas como o Outubro Rosa, Novembro Azul, Dia da Árvore e Dia Internacional da Mulher, Educação em direitos. As unidades da regional foram além do atendimento jurídico: acolheram, orientaram, conscientizaram e promoveram ações voltadas à saúde da mulher. A Defensoria Pública tem avançado de maneira admirável, graças às diversas gestões da Administração Superior, regional e de unidade, que contribuíram para esse progresso. Na atual gestão da Dra. Luciana Jordão, esse avanço ficou ainda mais evidente, beneficiando todas as carreiras, e, em seu nome, agradecemos a todos os nobres gestores da DPE, os anteriores e atuais. Agora, completando 20 (vinte) anos dessa trajetória, seguimos enfrentando novos desafios, contando com o auxílio da inteligência artificial, mas que possamos aproveitar os benefícios dessa tecnologia sem jamais perder nossa humanidade. A Defensoria é, para mim, uma verdadeira família. Espero continuar contribuindo para o fortalecimento dessa instituição tão essencial à sociedade. Viva a Defensoria Pública, seus defensores, servidores, estagiários e colaboradores terceirizados! Viva a DEFENSORIA pelos 20 anos em sua nobre missão! Que venham os próximos 20 anos! ABRAÇOS A TODOS VOCÊS! Muito obrigada!


Sim